segunda-feira, 8 de setembro de 2014

--CERT.br e CETIC.br

CERT.brCuida da segurança da internet no Brasil, atua no desenvolvimento de alertas para possíveis ataques maliciosos como também na manutenção e estatística sobre SPAM que se mantem atualizada.


 È um departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), que implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br).

Sua principal função é fazer pesquisas sobre o uso da internet no Brasil assim que a pesquisa é feita ele disponibiliza as estatísticas e indicadores sobre o desenvolvimento da rede, esses dados serão responsáveis para  avaliações tais como o impacto sócio-econômico das Tecnologias de Informação e comunicação (TIC'S).

Para saber mais acesse: http://www.nic.br/atividades/index.htm

-- CGI.br, NIC.br e W3C


O CGI.br - Comitê Gestor da Internet no Brasil
Criado em 1995 com o objetivo de coordenar e integrar todas as iniciativas de serviços de internet no nosso país. 

Responsável por tomar todas as decisões, foi criado para tornar efetiva a participação da Sociedade em decisões que envolvem a implantação, administração e uso da Internet no país. 

Quem integra esse Comitê ? 

Comitê Gestor da Internet é composto por 21 membros, são eles: 
nove representantes do Governo Federal 
quatro representantes do setor empresarial 
quatro representantes do terceiro setor 
três representantes da comunidade científica e tecnológica 
um representante de notório saber em assuntos de Internet 
Confira o currículo resumido dos membros do CGI.br 

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação: 

VIRGÍLIO AUGUSTO FERNANDES ALMEIDA (coordenador), titular; 

RAFAEL HENRIQUE RODRIGUES MOREIRA, suplente; 

Casa Civil da Presidência da República: 

RENATO DA SILVEIRA MARTINI, titular, 

ANTÔNIO SÉRGIO BORBA CANGIANO, suplente; 

Ministério das Comunicações: 

MAXIMILIANO SALVADORI MARTINHÃO, titular; 

FLÁVIO LENZ CESAR, suplente; 

Ministério da Defesa: 

LUIZ ANTONIO DE SOUZA CORDEIRO, titular; 

ADRIANO SILVA MOTA, suplente; 

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: 

NELSON AKIO FUJIMOTO, titular; 

ALEXANDRE MOURA CABRAL, suplente; 

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão: 

NAZARÉ LOPES BRETAS, titular; 

JOÃO BATISTA FERRI DE OLIVEIRA, suplente; 

Agência Nacional de Telecomunicações: 

MARCELO BECHARA DE SOUZA HOBAIKA, titular; 

RODRIGO ZERBONE LOUREIRO, suplente; 

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico: 

ERNESTO COSTA DE PAULA, titular; 

GERALDO SORTE, suplente; 



Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação:

JADIR JOSÉ PELA, titular 

ODENILDO TEIXEIRA SENA, suplente 

Representante de notório saber em assunto da Internet: 

DEMI GETSCHKO 

Representantes do setor empresarial: 

a) provedores de acesso e conteúdo da Internet: 

EDUARDO FUMES PARAJO, titular e 

RICARDO LOPES SANCHEZ, suplente. 

b) provedores de infra-estrutura de telecomunicações: 

EDUARDO LEVY CARDOSO MOREIRA, titular; e 

ALEXANDRE ANNENBERG NETTO, suplente. 

c) indústria de bens de informática, de bens de telecomunicações e de software: 

HENRIQUE FAULHABER, titular e 

NORBERTO DIAS, suplente. 

d) setor empresarial usuário: 

CÁSSIO JORDÃO MOTTA VECCHIATTI, titular e 

NIVALDO CLETO, suplente. 

Representantes do terceiro setor: 

SERGIO AMADEU DA SILVEIRA, titular; 

VERIDIANA ALIMONTI, titular; 

CARLOS ALBERTO AFONSO, titular; e 

PERCIVAL HENRIQUES DE SOUZA NETO, titular. 

JOSÉ RICARDO NEGRÃO, suplente; 

VITOR HUGO DAS DORES FREITAS, suplente; 

MARCUS AURÉLIO RIBEIRO MANHÃES, suplente; e 

FLÁVIA LEFÈVRE GUIMARÃES, suplente. 

Representantes da comunidade científica e tecnológica: 

JOSÉ LUIZ RIBEIRO FILHO, titular; 

FLÁVIO RECH WAGNER, titular; 

LISANDRO ZAMBENEDETTI GRANVILLE, titular; e 

OMAR KAMINSKI, suplente. 

Secretário executivo:

HARTMUT RICHARD GLASER 

O CGI.br precisava de uma entidade que executasse suas atividades, assim criou uma entidade civil, sem fins lucrativos, denominada “Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR” – NIC.br.

                                    
O NIC.br é considerado o braço executivo do CGI.br. É atualmente formado por quatro Centros, quatro Assessorias, e abriga ainda o escritório brasileiro do W3C. Pode-se dizer que o NIC.br ajuda o CGI, implementando as decisões e projetos do mesmo. 

O Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br mantém grupos de trabalho e coordena diversos projetos em áreas de importância fundamental para o funcionamento e o desenvolvimento da internet no país. Para executar suas atividades, o CGI.br criou uma entidade civil, sem fins lucrativos, denominada "Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR" - NIC.br.

Registros de Domínio .br 

· Registro.br 

Desde 1995, o Registro.br é o executor de algumas das atribuições do Comitê Gestor da Internet no Brasil, entre as quais as atividades de registro de nomes de domínio, a administração e a publicação do DNS para o domínio <.br>. 

· CERT.br 

A segurança na internet é uma das grandes preocupações do CGI.br que, desde 1997, mantém o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil. 

· CETIC.br 

O Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação responde pela coleta e disseminação de indicadores e informações estratégicas sobre os serviços e o desenvolvimento da Internet no Brasil. 

· CEPTRO.br 

O Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações é o órgão responsável pela execução de projetos aprovados pelo CGI.br e relacionados à Tecnologia de Redes e Operações na Internet. 

· W3C.br 

Acompanhando deliberação do CGI.br e os requisitos do W3C, World Wide Web Consortium, o NIC.br instalou um escritório do W3C no Brasil - o primeiro na América do Sul. O W3C é um consórcio internacional com a missão de conduzir a web ao seu potencial máximo, criando padrões e diretrizes que garantam a sua eolução permanente. 

Composição do NIC.br 

O NIC.br é atualmente formado por quatro Centros, quatro Assessorias, e abriga ainda o o escritório brasileiro do W3C.

Os órgãos responsáveis pela administração do NIC.br são:

- Assembléia GeralA Assembléia Geral é composta pelos associados fundadores, especiais e honorários, também é o órgão supremo com o poder de deliberar, em última instância, sobre quaisquer assuntos de interesse do NIC.br.

- Conselho de AdministraçãoO Conselho de Administração, órgão de controle de administração do NIC.br, é composto por sete membros titulares e sete suplentes, eleitos pela Assembléia Geral. Dos sete componentes do Conselho de Administração, três são escolhidos dentre os representantes do governo federal no CGI.br e seus respectivos suplentes, e quatro entre os componentes da sociedade civil e seus respectivos suplentes.

W3C- Consórcio World Wide Web

 Consiste em um consórcio internacional que agrega órgãos públicos , conta com mais de 300 membros entre eles empresas, assessorias governamentais e organizações independentes com o objetivo de estabelecer padrões para a criação e a interpretação de conteúdos para a Web.



 

sábado, 6 de setembro de 2014

-- Lei de Moore

                                                   
A lei de Moore surgiu em 1965 através de um conceito estabelecido pelo presidente da Intel Gordon Earl Moore, que sem nem conhecer o futuro do Hardware que, o número de transistores dos chips teria um aumento de 100%, pelo mesmo custo, a cada período de 18 meses. Acabou que a profecia dita por ele foi realizada, ficando conhecida como "LEI DE MOORE”.

Segunda lei de Moore diz que as indústrias de semicondutores esta investindo em pesquisa e desenvolvimento para que os chips tenham um custo mais elevado, porem com maior desempenho para que se possa ter um maior lucro.

Se tem também a teoria do fim da lei de Moore, que é uma teoria de Carl Anderson (um pesquisador da IBM), onde ele diz que o fim da lei Moore esta chegando, pois os engenheiros estão desenvolvendo sistemas que exigem menos recursos do processador e os custos para pesquisas de novos processadores estão cada vez mais altos.



-- Comutação de Dados

O que é comutação?


Podemos definir comutação de uma forma geral como possibilidade de transmissão de dados/informações entre pontos ou nós pelos diversos dispositivos conectados a rede, onde dois pontos ou mais podem se interligar entre si.

Tipos de comutação:


A Comutação de circuitos (usada, por exemplo, nas redes telefónicas publicas) é dedicada, pois estabelece um” caminho físico” entre emissor e receptor, este caminho é feito da ligação de circuitos ponto-a-ponto, tornando assim uma conexão “dedicada” apenas a esta operação

A comunicação entre eles é formada por três fases características:

- Estabelecimento do circuito físico

- Transferência dos dados

- Terminação do circuito

Vantagens: 

–  Garantia de recursos; 

–  Disputa pelo acesso somente na fase de conexão; 

–  Não há processamento nos nós intermediários (menor tempo de transferência, por ser dedicada); 

–  Controle nas extremidades.

Desvantagens: 

–  Desperdício de banda durante períodos de silêncio (problema para transmissão de dados) ‏
–  Sem correção de erros 

–  Probabilidade de bloqueio (Circuitos ocupados em um instante)

Comutação de mensagens 

Não é necessário ter um circuito dedicado entre as entidades (emissor e o receptor), a informação a ser enviar não pode ser quebrada em mensagens menores, tem que ser enviado integralmente em uma única emissão. 

As mensagens podem ser armazenadas nos nós para possível reenvio. 

Vantagens: 

–  Maior aproveitamento das linhas de comunicação 

–  Uso otimizado do meio 

  Desvantagens: 

–  Aumento do tempo de transferência das mensagens

Comutação de Pacotes (usado nas redes de internet) 

Na comutação de pacotes são impostas restrições como o tamanho da unidade de dados que é limitado, ou seja, a quantidade de informação a ser enviada é quebrada em mensagens menores denominadas pacotes. Não é necessário o estabelecimento de um circuito dedicado entre as duas entidades, é Semelhante à comutação de mensagens. Pacotes pertencentes à mesma mensagem podem seguir caminhos diferentes até chegar ao seu destino. 

Vantagens: 

–  Uso otimizado do meio 

–  Ideal para dados 

–  Erros recuperados no enlace onde ocorreram 

–  Dividir uma mensagem em pacotes e transmiti-la simultaneamente reduz o atraso de transmissão total da mensagem 

Desvantagens: 

–  Sem garantias de banda, atraso e variação do atraso (jitter) - Por poder usar diferentes caminhos, atrasos podem ser diferentes o que é ruim para algumas aplicações tipo voz e vídeo 

–  Overhead de cabeçalho 

–  Disputa nó-a-nó 

–  Atrasos de enfileiramento e de processamento a cada nó.

Diferença

Protocolos de Rede 
  •  TCP/IP (Protocolo de Controle de Transmissão)/(Protocolo de Internet) é um conjunto de protocolos utilizado pela internet para transmissão de dados. É o mais popular do mundo, não somente por sua utilização na internet, mas também por ser um padrão aberto (livre de qualquer empresa em particular).
  •  UDP (Protocolo de Datagramas do Usuário) é um protocolo que não requer uma "conexão" entre os programas dos computadores. Os dados são transmitidos em unidades chamas datagramas. É uma transmissão pouco confiável, porém rápida. É mais eficiente para sistemas que necessitam de muita velocidade com um número pequeno de pacotes, por exemplo, imagem e som.
  • FTP (Protocolo de Transferência de Arquivo) permite a transferência de arquivos entre computadores.
  •  HTTP (Protocolo de Transferência de Hipertexto) permite a transferência de arquivos entre servidores utilizando hyperlinks (links entre documentos).
  •  HTTPS (Protocolo de Transferência de Hipertexto Seguro) funciona da mesma maneira que o HTTP, incluindo o modo seguro por meio de uma conexão criptografada, tornando mais difícil qualquer tipo de invasão.
  •  SMTP (Protocolo de Transferência de Correio Simples) encaminha mensagens de correio eletrônico. Apresenta o modo como a mensagem é trocada entre os servidores da rede TCP/IP. Não tem preocupação com o conteúdo da mensagem.
  • SSL (Segurança da Camada de Transporte) permite que os aplicativos cliente/servidor possam trocar informações em total segurança, protegendo a integridade e a veracidade do conteúdo que tráfega na internet. Tal segurança só é possível através da autenticação das partes envolvidas na troca de informações.
  •  SSH (Secure SHell) criptografa os dados trafegados entre os computadores, dificultando assim a interceptação dos mesmos, por pessoas mal-intencionadas.
  • POP3/ IMAP (Protocolo dos Correios)/(Protocolo de Acesso á Mensagem da Internet) ambos definem formas para os computadores dos usuários se conectarem aos servidores e receberem as mensagens de correio eletrônico.
  •  ICMP (Protocolo de Controle das Mensagens da Internet) recebe informações sobre falhas que tenham ocorrido na rede, além de ser utilizado para testar a conectividade entre dois nós.
  •  IPv4 (Protocolo de Internet versão 4) é a tecnologia que permite que nossos aparelhos conectem na Internet. Cada aparelho que estiver conectado, recebe um código único para enviar e receber dados de outros dispositivos conectados. Essa versão de IP, transfere endereços de protocolos de 32 bits. Sustenta aproximadamente 4*109 de IPs pelo mundo todo, o que é pouco com relação ao números de aparelhos que utilizam uma conexão, hoje em dia.
  •  IPv6 (Protocolo de Internet versão 6) é a sexta versão de protocolos da Internet. Essa versão tem a mesma função que a versão anterior (IPv4), mas suporta em torno de 3,4*1038 endereços, ou seja, essa versão conseguirá suportar o crescimento da internet por muito mais anos.
  •  DNS (Sistema de Nomes de Domínios) funciona como uma sistema de tradução de endereços IP, para nomes de domínios. Na verdade, é graças ao DNS, que você pode digitar "www.google.com.br" na barra de endereços do navegador, ao invés de digitar "187.122.121.89" , que é o número IP correspondente á página do google.




-- Decálogo

Decálogo Para a Governança e Uso da Internet no Brasil


1. Liberdade, privacidade e direitos humanos

O uso da Internet deve guiar-se pelos princípios de liberdade de expressão, de privacidade do indivíduo e de respeito aos direitos humanos, reconhecendo-os como fundamentais para a preservação de uma sociedade justa e democrática.

2. Governança democrática e colaborativa

A governança da Internet deve ser exercida de forma transparente, multilateral e democrática, com a participação dos vários setores da sociedade, preservando e estimulando o seu caráter de criação coletiva.

3. Universalidade

O acesso à Internet deve ser universal para que ela seja um meio para o desenvolvimento social e humano, contribuindo para a construção de uma sociedade inclusiva e não discriminatória em benefício de todos.

4. Diversidade

A diversidade cultural deve ser respeitada e preservada e sua expressão deve ser estimulada, sem a imposição de crenças, costumes ou valores.

5. Inovação

A governança da Internet deve promover a contínua evolução e ampla difusão de novas tecnologias e modelos de uso e acesso.

6. Neutralidade da rede

Filtragem ou privilégios de tráfego devem respeitar apenas critérios técnicos e éticos, não sendo admissíveis motivos políticos, comerciais, religiosos, culturais, ou qualquer outra forma de discriminação ou favorecimento.

7. Inimputabilidade da rede

O combate a ilícitos na rede deve atingir os responsáveis finais e não os meios de acesso e transporte, sempre preservando os princípios maiores de defesa da liberdade, da privacidade e do respeito aos direitos humanos.

8. Funcionalidade, segurança e estabilidade

A estabilidade, a segurança e a funcionalidade globais da rede devem ser preservadas de forma ativa através de medidas técnicas compatíveis com os padrões internacionais e estímulo ao uso das boas práticas.

9. Padronização e interoperabilidade

A Internet deve basear-se em padrões abertos que permitam a interoperabilidade e a participação de todos em seu desenvolvimento.

10. Ambiente legal e regulatório

O ambiente legal e regulatório deve preservar a dinâmica da Internet como espaço de colaboração.



-- Tendências da Internet

Tecnologias Lineares e Exponenciais 

Pode-se dizer que o comercio eletrônico já foi uma tendência. Ate 1900 vivíamos em uma “Era Linear”, ou seja, onde tudo crescia devagar, depois veio a “Era Exponencial”, ou seja, novas tecnologias exponenciais são tecnologias que crescem muito rápido em pouco tempo. 

-Exemplo tec. Linear: Kodak acabou falindo. 

-Exemplo Tec. Exponencial: Instagram, crescimento rápido e em pouco tempo. 

Os 3D's das tendências 
Desmaterialização

Com a evolução da tecnologia nesses últimos tempos algumas empresas e produtos acabaram perdendo seu valor e seu conhecimento no mercado, causando assim seu desaparecimento, ou a chamada desmaterialização, como por exemplo: 

Hoje em dia não se vê mais aquela famosa "câmera digital" que fazia sucesso há alguns anos atrás, mas que você não via a foto na mesma hora.
                                              



Desmonetização 

Em poucas palavras pode-se dizer que é quando o dinheiro esta sumindo, ou seja, quando uma empresa para de lucrar no momento em que a tecnologia oferece o mesmo produto só que em menor custo, como, por exemplo:

-Operadoras de celulares que ganham muito dinheiro com pacotes de mensagens e com envios de imagem via sms, os famosos torpedos.

                              
Com o surgimento do WhatsApp as operadoras começaram a perder o lucro que estavam tendo com os pacotes de torpedos, pois este é um aplicativo onde se pode trocar mensagens, fotos, voz e vídeo gratuitamente, assim as operadoras de celulares deixaram de ganhar muito dinheiro com pacotes de mensagens

                                   
Democratização

Antigamente poucos possuíam ou podiam desfrutar da tecnologia, era considerado um artigo de luxo, porem hoje em dia não é mais assim, basta você ter internet e um computador ou qualquer outro tipo de aparelho eletrônico como, tablet ou celular conectado a internet para se obter qualquer tipo de informação ou serviço. 




-- Marco Civil na Internet

                            
Após meses de intensas negociações, a Câmara dos Deputados aprovou, por votação simbólica a criação do Marco Civil na Internet, que ocorreu no Brasil nos dias 23 e 24 de abril de 2014 em são Paulo.

Uma conferência Net mundial onde a presidente Dilma Rousseff com representantes de 80 países, tiveram uma discussão com o objetivo de decidir o futuro da governança de rede. A discussão tinha o objetivo de falar sobre dois aspectos, segurança e privacidade dos usuários na rede, saiba mais assistindo ao vídeo do link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=JU_PrIS08Q0