terça-feira, 23 de setembro de 2014

-- NFC - Near Field Communication



Mas o que é NFC - Near Field Communication
(Comunicação por Campo de Proximidade)?

Essa novidade teve origem no padrão RFID (Radio Frequency Identification), Desenvolvida em conjunto pela Philips e pela Sony. Trata-se de uma nova tecnologia no mercado que muda a interação com objetos, ou seja, permite a troca de informações entre dispositivos não havendo a necessidade de usar fios ou cabos para essa troca.

Como funciona?
Tecnologia criada para permitir a comunicação entre dois dispositivos que devem estar em um gadget que esteja presente 24 horas por dia na mão dos usuários.
Para fazer a transferência de dados, os dispositivos devem que estar a 10 centímetros de distancia um do outro com velocidade de até 424 Kb/s.

Como ocorre a transmissão?
Pode ocorrer de dois modos:

 Passivo: neste modo, apenas um dos dispositivos (normalmente, o Iniciador) gera o sinal de radiofrequência da conexão.

 Ativo: no modo ativo, ambos os dispositivos geram o sinal de rádio. É utilizado, por exemplo, em um sistema de pagamento.

Existem  três modos de operação:
Leitura e gravação, Peer-to-peer e Emulação de cartão.

Formas de utilização:
  •  Carros
  •  Cinemas
  • Pagamentos
  •  Estacionamentos
Veja também:

-- Distribuição Geográfica e Topologias de Redes

O que é uma rede?

É um conjunto de computadores que funcionam independentemente um do outro e interconectados por cabos de rede. A rede permite o compartilhamento de dados, informações e demais serviços, minimizando os processos de envio de projetos, tendo assim economia de tempo e melhor desempenho operacional em uma empresa.

Redes centralizadas

Na Rede Centralizada os dados passam por um dos nós da rede primeiro para, então, poder ser distribuída para os demais nós. É usado em redes que precisam de gerenciamento central de tarefas e serviços, ou seja, usado em redes que precisam de controle de tráfego e de uso da rede.

Exemplo: Redes bancárias, redes de automação comercial, redes de escolas, universidade, etc.

Redes descentralizadas

Na rede descentralizada se tem a independência das tarefas e dos serviços, ou seja, ao contrário da Rede Centralizada, não se tem o controle de tráfego e de uso da rede. Sobre tarefas e serviços e os acompanhamento de tráfego se torna muito mais complexo e limitado no gerenciamento.

Exemplo: redes com múltiplos sistemas operacionais, redes domésticas, a Internet.

Tipos de Redes
Desde a década 90 vem aumentando significativamente o conhecimento em rede, atualmente há vários tipos específicos de redes, as mais conhecidas são:

LAN – Local Área Network –
é uma rede local que cobre uma área geográfica reduzida situada num domicílio, sala comercial, empresa e lan house, ou seja, redes de domínio pequeno que interligam um numero pequeno de entidades;

MAN – Metropolitan Área Network –
utilizada entre duas cidades, liga computadores numa área geográfica maior que LAN, mas menor que a pela WAN. Pode estar ligada a uma rede WAN, cobre um campus ou uma cidade/região e podem ser redes de domínio privado ou público e interligar várias redes locais (LANs;

WAN–Wide Área Network-
Utilizada entre pontos intercontinentais, rede de telecomunicações que está dispersa por uma grande área geográfica como estado, país. são de carácter público, geridas por um operador de telecomunicações.

Topologia de Redes

O que é topologia da rede?

Uma topologia é um mapa de uma rede que indica segmentos de rede (redes de camada 2), pontos de interconexão e comunidades de usuários topologias podem ser descritas fisicamente (descreve como é a rede como estão conectadas) e logicamente (descreve o fluxo dos dados através da rede).

Topologia em Estrela

38766-imagy012.jpg

Na topologia em estrela, temos uma identidade central ao sistema podendo ser um Server ou um simples computador, utiliza um nó central (comutador ou switch) para chavear e gerenciar a comunicação entre as estações, determina também a velocidade da transmissão e converte os sinais transmitidos pelos diferentes protocolos, simula uma rede ponto a ponto já que as é acionada uma maquina por vez. Utiliza cabos de par trançado e um concentrador como ponto central da rede.

Vantagens:
Maior autonomia de cada nó

Funções centralizadas para equipamento de diagnóstico
A codificação e adição de novos computadores são simples

Gerenciamento centralizado

Falha de um computador não afeta o restante da rede.

Desvantagens:
Necessitam de uma maior quantidade de cabo

Uma falha no dispositivo central paralisa a rede inteira.

Topologia em Anel ou Ring

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A rede anel é como um conjunto de estações de trabalho ligadas a um anel de cabo, seus sinais circulam em um único sentido. são raramente utilizadas em redes locais. São ultilizadas ligações ponto-a-ponto operando em um único sentido de transmissão, possui uma grande limitação quanto a sua expansão, e pouca tolerância a falhas.

Vantagens:
Todos os computadores acessam a rede igualmente

Performance não é impactada com o aumento de usuários

Utilizam cabo de uma forma mais eficiente e económica quando se cobre uma área geograficamente grande.

Desvantagens:
Falha de um computador pode afetar o restante da rede

Problemas são difíceis de isolar

A não existência de uma zona central para monitorização da rede.

Topologia Ponto a Ponto


A rede ponto a ponto possui uma ligação física entre os dois equipamentos em comunicação. Utilizada quando o objetivo principal é um bom desempenho, também podem ser usadas para interconectar dispositivos de uma forma mais ampla.

Topologia em BUS, Barra ou Barramento 


38766-imagy03.jpg

A topologia BUS possui a forma mais simples de implantar uma rede de multi-nós, possui alto poder de expansão. Nela o controle pode ser centralizado ou distribuído, já que, todos os nós estão conectados a uma barra que é compartilhada entre todos os processadores. Todos os computadores são ligados em um mesmo barramento físico de dados.

Vantagens:
Utilização de uma quantidade mínima de cabo

As partes de hardware necessárias não são dispendiosas

Mídia é Barata e fácil de trabalhar e instalar

Simples e relativamente confiável

Fácil expansão.

Desvantagens:
Rede pode ficar extremamente lenta em situações de tráfego pesado

Problemas são difíceis de isolar

Falha no cabo paralisa a rede inteira

Um cabo danificado ou um nó de inferior qualidade pode danificar uma rede inteira.

domingo, 14 de setembro de 2014

-- Norma RFC 2460

O trecho  da norma RFC 2460 escolhido para análise foi o  Hop-by-Hop que traduzido...:


   " O Hop-by-Hop- Opções de cabeçalho é usado para transportar informação opcional 
que deve ser examinado por cada nó ao longo de um caminho de entrega de pacotes. 
O Hop-by-Hop Optções de cabeçalho é identificada por um valor de Cabeçalho Seguinte 
"0" (zero) no cabeçalho IPv6, e tem o seguinte formato: 
 +-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+
| Next Header | Hdr Ext Len | |
+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+ +
| |
. .
. Options .
. .
| |
+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+

Next Header 8-bit selector. Identifica o tipo de cabeçalho 
                         imediatamente a seguir à Hop-by-Hop Opções
                         cabeçalho. Utiliza os mesmos valores que o IPv4 
                         Protocolo campo [RFC-1700 e segs.]. 

HDR Ext Len 8-bit unsigned integer. Comprimento do Hop-by - 
                         Opções no cabeçalho Hop-8 unidades octeto, e não 
                         incluindo os primeiros 8 octetos. "

-- IPV4 vs IPV6

Primeiro entenda o que é IP

O IP (internet protocol) é o principal protocolo de comunicação na internet e é responsável por endereçar e encaminhar os pacotes na rede. Pacotes são os blocos de informações enviados na Internet.


O que é IPV4 e IPV6, qual é a DIFERENÇA entre eles?

IPV4: (Internet Protocol version 4) é um protocolo sem conexão para uso em comutação de pacotes em redes.
Este protocolo usa endereços de 4 blocos com 8 bits somando 32 bits endereços que são representados através de números de 0 a 255, como "200.156.23.43" ou "64.245.32.11", ou seja, limita assim o espaço de endereçamento endereços.
Existem prioridades como divisões e separações de IP'S, para diversos dispositivos.

IPV6: (Internet Protocol version 6) é o protocolo de internet mais atual, em dados podemos dizer que é a nova geração do IP em longo prazo o IPV6 substituiu o IPV4.
O Ipv6 é formado por 128 bits e seus endereços são normalmente escritos com oito grupos de 4 dígitos hexadecimais: "2001:0db8: 85a3: 08d3: 1319:8a2e: 0370:7344".

Existem no IPV6 três tipos de endereços especiais:
Unicast: cada endereço corresponde a uma interface (dispositivo).
Multicast: cada endereço corresponde a múltiplas interfaces.
Anycast: corresponde a múltiplas interfaces que partilham um prefixo comum.

                                

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

--CERT.br e CETIC.br

CERT.brCuida da segurança da internet no Brasil, atua no desenvolvimento de alertas para possíveis ataques maliciosos como também na manutenção e estatística sobre SPAM que se mantem atualizada.


 È um departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), que implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br).

Sua principal função é fazer pesquisas sobre o uso da internet no Brasil assim que a pesquisa é feita ele disponibiliza as estatísticas e indicadores sobre o desenvolvimento da rede, esses dados serão responsáveis para  avaliações tais como o impacto sócio-econômico das Tecnologias de Informação e comunicação (TIC'S).

Para saber mais acesse: http://www.nic.br/atividades/index.htm

-- CGI.br, NIC.br e W3C


O CGI.br - Comitê Gestor da Internet no Brasil
Criado em 1995 com o objetivo de coordenar e integrar todas as iniciativas de serviços de internet no nosso país. 

Responsável por tomar todas as decisões, foi criado para tornar efetiva a participação da Sociedade em decisões que envolvem a implantação, administração e uso da Internet no país. 

Quem integra esse Comitê ? 

Comitê Gestor da Internet é composto por 21 membros, são eles: 
nove representantes do Governo Federal 
quatro representantes do setor empresarial 
quatro representantes do terceiro setor 
três representantes da comunidade científica e tecnológica 
um representante de notório saber em assuntos de Internet 
Confira o currículo resumido dos membros do CGI.br 

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação: 

VIRGÍLIO AUGUSTO FERNANDES ALMEIDA (coordenador), titular; 

RAFAEL HENRIQUE RODRIGUES MOREIRA, suplente; 

Casa Civil da Presidência da República: 

RENATO DA SILVEIRA MARTINI, titular, 

ANTÔNIO SÉRGIO BORBA CANGIANO, suplente; 

Ministério das Comunicações: 

MAXIMILIANO SALVADORI MARTINHÃO, titular; 

FLÁVIO LENZ CESAR, suplente; 

Ministério da Defesa: 

LUIZ ANTONIO DE SOUZA CORDEIRO, titular; 

ADRIANO SILVA MOTA, suplente; 

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: 

NELSON AKIO FUJIMOTO, titular; 

ALEXANDRE MOURA CABRAL, suplente; 

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão: 

NAZARÉ LOPES BRETAS, titular; 

JOÃO BATISTA FERRI DE OLIVEIRA, suplente; 

Agência Nacional de Telecomunicações: 

MARCELO BECHARA DE SOUZA HOBAIKA, titular; 

RODRIGO ZERBONE LOUREIRO, suplente; 

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico: 

ERNESTO COSTA DE PAULA, titular; 

GERALDO SORTE, suplente; 



Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação:

JADIR JOSÉ PELA, titular 

ODENILDO TEIXEIRA SENA, suplente 

Representante de notório saber em assunto da Internet: 

DEMI GETSCHKO 

Representantes do setor empresarial: 

a) provedores de acesso e conteúdo da Internet: 

EDUARDO FUMES PARAJO, titular e 

RICARDO LOPES SANCHEZ, suplente. 

b) provedores de infra-estrutura de telecomunicações: 

EDUARDO LEVY CARDOSO MOREIRA, titular; e 

ALEXANDRE ANNENBERG NETTO, suplente. 

c) indústria de bens de informática, de bens de telecomunicações e de software: 

HENRIQUE FAULHABER, titular e 

NORBERTO DIAS, suplente. 

d) setor empresarial usuário: 

CÁSSIO JORDÃO MOTTA VECCHIATTI, titular e 

NIVALDO CLETO, suplente. 

Representantes do terceiro setor: 

SERGIO AMADEU DA SILVEIRA, titular; 

VERIDIANA ALIMONTI, titular; 

CARLOS ALBERTO AFONSO, titular; e 

PERCIVAL HENRIQUES DE SOUZA NETO, titular. 

JOSÉ RICARDO NEGRÃO, suplente; 

VITOR HUGO DAS DORES FREITAS, suplente; 

MARCUS AURÉLIO RIBEIRO MANHÃES, suplente; e 

FLÁVIA LEFÈVRE GUIMARÃES, suplente. 

Representantes da comunidade científica e tecnológica: 

JOSÉ LUIZ RIBEIRO FILHO, titular; 

FLÁVIO RECH WAGNER, titular; 

LISANDRO ZAMBENEDETTI GRANVILLE, titular; e 

OMAR KAMINSKI, suplente. 

Secretário executivo:

HARTMUT RICHARD GLASER 

O CGI.br precisava de uma entidade que executasse suas atividades, assim criou uma entidade civil, sem fins lucrativos, denominada “Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR” – NIC.br.

                                    
O NIC.br é considerado o braço executivo do CGI.br. É atualmente formado por quatro Centros, quatro Assessorias, e abriga ainda o escritório brasileiro do W3C. Pode-se dizer que o NIC.br ajuda o CGI, implementando as decisões e projetos do mesmo. 

O Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br mantém grupos de trabalho e coordena diversos projetos em áreas de importância fundamental para o funcionamento e o desenvolvimento da internet no país. Para executar suas atividades, o CGI.br criou uma entidade civil, sem fins lucrativos, denominada "Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR" - NIC.br.

Registros de Domínio .br 

· Registro.br 

Desde 1995, o Registro.br é o executor de algumas das atribuições do Comitê Gestor da Internet no Brasil, entre as quais as atividades de registro de nomes de domínio, a administração e a publicação do DNS para o domínio <.br>. 

· CERT.br 

A segurança na internet é uma das grandes preocupações do CGI.br que, desde 1997, mantém o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil. 

· CETIC.br 

O Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação responde pela coleta e disseminação de indicadores e informações estratégicas sobre os serviços e o desenvolvimento da Internet no Brasil. 

· CEPTRO.br 

O Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações é o órgão responsável pela execução de projetos aprovados pelo CGI.br e relacionados à Tecnologia de Redes e Operações na Internet. 

· W3C.br 

Acompanhando deliberação do CGI.br e os requisitos do W3C, World Wide Web Consortium, o NIC.br instalou um escritório do W3C no Brasil - o primeiro na América do Sul. O W3C é um consórcio internacional com a missão de conduzir a web ao seu potencial máximo, criando padrões e diretrizes que garantam a sua eolução permanente. 

Composição do NIC.br 

O NIC.br é atualmente formado por quatro Centros, quatro Assessorias, e abriga ainda o o escritório brasileiro do W3C.

Os órgãos responsáveis pela administração do NIC.br são:

- Assembléia GeralA Assembléia Geral é composta pelos associados fundadores, especiais e honorários, também é o órgão supremo com o poder de deliberar, em última instância, sobre quaisquer assuntos de interesse do NIC.br.

- Conselho de AdministraçãoO Conselho de Administração, órgão de controle de administração do NIC.br, é composto por sete membros titulares e sete suplentes, eleitos pela Assembléia Geral. Dos sete componentes do Conselho de Administração, três são escolhidos dentre os representantes do governo federal no CGI.br e seus respectivos suplentes, e quatro entre os componentes da sociedade civil e seus respectivos suplentes.

W3C- Consórcio World Wide Web

 Consiste em um consórcio internacional que agrega órgãos públicos , conta com mais de 300 membros entre eles empresas, assessorias governamentais e organizações independentes com o objetivo de estabelecer padrões para a criação e a interpretação de conteúdos para a Web.



 

sábado, 6 de setembro de 2014

-- Lei de Moore

                                                   
A lei de Moore surgiu em 1965 através de um conceito estabelecido pelo presidente da Intel Gordon Earl Moore, que sem nem conhecer o futuro do Hardware que, o número de transistores dos chips teria um aumento de 100%, pelo mesmo custo, a cada período de 18 meses. Acabou que a profecia dita por ele foi realizada, ficando conhecida como "LEI DE MOORE”.

Segunda lei de Moore diz que as indústrias de semicondutores esta investindo em pesquisa e desenvolvimento para que os chips tenham um custo mais elevado, porem com maior desempenho para que se possa ter um maior lucro.

Se tem também a teoria do fim da lei de Moore, que é uma teoria de Carl Anderson (um pesquisador da IBM), onde ele diz que o fim da lei Moore esta chegando, pois os engenheiros estão desenvolvendo sistemas que exigem menos recursos do processador e os custos para pesquisas de novos processadores estão cada vez mais altos.